PUBLICAÇÕES

PESQUISAS ACADÊMICAS

ARQUIVO 2.0: Des_memórias fotográficas

ARQUIVO 2.0 – des_memórias fotográficas é uma pesquisa na linha de Poéticas Visuais que trata do conceito de latência a partir de arquivos fotográficos disponíveis on-line. Abordando processos de criação que investigam a imagem e seus desdobramentos em meios, procedimentos e tecnologias, explorase relações entre palavras e fotos, a partir de duas séries: DELETE.use e RASTER. Em DELETE.use (2013-2015), a latência é investigada através da supressão da figura humana em clássicos da fotografia, procurando ressignificações para imagens de vários gêneros. Já em RASTER (2012-2016), a latência é analisada através de interferências sobre os códigos estruturais de arquivos fotográficos digitais. Nas duas séries, procurou-se criar estratégias para manipular, expor e compartilhar fotografias notórias, observando questões relacionadas com apropriação e coautorias, processos artísticos colaborativos, tradução e deslocamento de sentidos para arquivos fotográficos digitais, que culminaram na formulação do conceito de des_memória, como um estado poético e transitório, que influi nos modos de ver e falar sobre fotografia como um bem cultural.

Acesse a tese AQUI

Pretérito imperfeito de territórios móveis : fragmentos de autorretratos fotográficos em rede

PRETÉRITO IMPERFEITO DE TERRITÓRIOS MÓVEIS é uma pesquisa que busca diferentes maneiras de explorar fotograficamente o rosto – e até a ausência dele -, no universo dos álbuns de Redes Sociais. As experimentações poéticas se dividem nas séries EGOSHOTS, BIOSHOTS e THERE’S NO PLACE LIKE 127.0.0.1., criando-se imagens que são chaves, portas e espelhos que refletem o eu, o outro e o lugar. Tendo como mote os conceitos de Rostidade e de Nomadismo de Gilles Deleuze & Felix Guattari e de Michel Maffesoli, cada série propõe pensar o rosto como um território que migra conforme os fluxos de interação social, e como tal adotá-lo como uma espécie de plataforma para múltiplas inscrições. Os rostos que se apresentam nesses ambientes virtuais são móveis e multifacetados. São muitos como se fossem um só, e únicos em suas particularidades. São fragmentos visuais de territórios móveis, de passado incerto, presente inconcluso e futuro fragmentado em pixels.

Acesse a dissertação AQUI

OUTRAS PUBLICAÇÕES

Fotografia no Brasil, das pesquisadoras Ângela Magalhães e Nadja Peregrino. Rio de Janeiro/RJ/Brasil, 2004
II Foto Norte, ‘Amazônia, o olhar sem fronteiras’, Salão de fotografia organizado pela Funarte e Governo do Pará, sobre a produção fotográfica dos países que integram a Amazônia legal. Belém/PA/Brasil 1998

sobre memórias e esquecimentos

%d blogueiros gostam disto: