THERE’S NO PLACE LIKE 127.0.0.1

Não existe lugar como… números? A frase que nomeia as imagens desta série representa muito da postura do internauta e sua relação com o lugar. É através do localhorst 127.0.0.1 dos computadores pessoais que o internauta estabelece o seu lugar, como uma espécie de intervalo no tempo e no espaço, em que realidade e ficção são projeções invertidas de uma mesma imagem.

A série é composta de assemblages fotográficas de fragmentos visuais desses ambientes, projetados para além dos monitores RGB, em superfícies de espelhos, paredes, portas, escadas e páginas de livros. São misturas do olhares diferentes que geram novas combinações de cores e composições, deslocamentos, superposições e apropriações.

sobre memórias e esquecimentos

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